terça-feira, 27 de julho de 2010

Desabotoar

Ei, como vai?
Antes de qualquer outro pronunciamento, quero esclarecer que essa postagem baseia-se em uma palavra vista por mim há alguns dias. DESABOTOAR. Vi isso escrito no subnick do msn de minha amiga/irmã Carolina (saudades dela, à propósito). Fiquei parada por minutos. Pensando. Analisando. Desabotoar? Não sei em qual sentido isso foi empregado por pensamentos de uma garota tão fantástica como a Carol, mas vamos aos meus e aos seus pensamentos agora.

Estamos vestidos, certo? Camisetas, calças, shorts, o que for. Estamos com alguma peça de roupa, pelo menos. Mas por qual motivo estamos assim? Vergonha? Ética? Costumes? Creio que a resposta existe em partes. Vamos a elas. Nos vestimos porque fomos ensinados a não sair pelados por aí, correndo, gritando...
em síntese: fomos educados. Por mais que seus pais sejam diferentes ou por mais que você seja louco, você foi criado por alguém, pessoas te disseram palavras de ensinamentos e te fizeram conhecer que o mundo não está nu, o mundo é tão sujo e tão antiético que não vale a pena mostrar sua pureza por baixo das roupas. Entenda. Não quero te convencer a nada. Espere minhas conclusões para tirar suas próprias ideias.
Quero entender e te fazer entender que usamos roupas e acessórios que mascaram quem somos. Eu não abro mão de um brinco, ou de uma blusa legal, porém de que vale nós nos vestirmos da melhor maneira possível se não há verdade dentro de nossas mentes e corações?
Pense comigo. A verdade é um conceito que vem de dentro de você. Criada através de suas experiências, conhecimentos, conversas, amizades e vivências. É sua verdadé, é sua vida. Você está fazendo ela valer a pena? Você está realmente mostrando ao mundo quem você é? Se não sente-se bem como é, MUDE. Não é bom mascarar. Ao invés de criarmos fantoches com nosso corpo, porque não MUDAMOS?

Muitas vezes ansiamos ser tão bons quanto alguém. Seja. " Ah, eu gostaria de escrever como ele". Escreva! Nós tudo podemos. Nós temos meios, temos Deus, temos a nós mesmos. O que te impede? Dinheiro, posição? Não. O que te impede é a roupa que você veste. O que te impede é a verdade que nunca demonstrou, mas que está em você de alguma forma. Você precisa DESABOTOAR as roupas que prendem seus ideais. Você precisa arriscar. Eu preciso. Precisamos. Creio que agradar à família e aos amigos é importante. Afinal são eles que nos ajudaram a criar essa verdade, essa filosofia. DESABOTOAR, tirar máscaras, é entregar- se ao seu futuro.
Não podemos ver alguém se estiver coberto por roupas sujas da maldade mundana. Não posso te conhecer se você não se apresentar a mim. Vamos, apresente-se, aliste-se. Você tem medo do mundo? Se DESABOTOAR tudo aquilo que prende seu coração, esse medo cai por terra.
Um amigo me disse que lê livros sobre MULHERES e também alegou que o maior erro delas é responder suas próprias perguntas. Por exemplo: "Será que devo conversar com aquele garoto? ele parece bem legal" - logo depois ela mesma diz: "Ah, não. ele não vai gostar de mim" Viu qual foi o erro? O erro está em não tentar, em não buscar.
Estamos abotoados ao mundo. presos por marcas, roupas, vícios, medos. Estando assim, você nunca se entende, nunca se resolve, sempre está confuso com tudo. Para encontrar-se é preciso DESABOTAR. Invista em você.

Abrir o primeiro botão pode ser difícil, mas vale tentar do que estar preso pra sempre aos pesadelos e confusões que não te deixam saber que você mesmo é.

DESABOTOAR É DESCOBRIR-SE, em todos os sentidos.
Agora tirem conclusões.

Até mais. Minha rotina está bem, só estou precisando desabotoar alguns medos. Além de eu estar sem um senso de humor legal, mas vou ficar, esperem.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Novidades

Oi, e que belo Oi.
Estou tão distante de mim e estou tão afastada das letras, palavras. Creio que escrever aqui não é mais um refúgio, é uma novidade, um milagre: como quiser.
Minha vida mudou. Estou de férias, participei de Simulações da ONU: PoliONU e SiAN. Foram situações distintas, inexplicáveis, maraviilhosas. Foi nesses lugares que entendi que Irã e Estados Unidos da América podem ser a mesma pessoa, que pode haver uma Terceira Guerra Mundial e que a História depende de nós.
Porém estou muito confusa com tudo/todos. Desanimada. Estranha. Agradeço por ter feitos novos amigos que estão me ajudando. Agradeço pelo ar, onde encontro uma paz. Respirar tem sido uma trégua, um refúgio das minhas confusões mentais que me deixam sem ar.
Gostaria de falar sobre o Mundo.

Tenho visto novidades sobre o planeta, as pessoas, os governos e tenho criado ideias. Imaginem o Mundo sendo governado, em síntese, num complô, por uma organização estranha, como se todos estivéssemos sendo manipulados. Entendem? manipulação, robôs, bonecos. Creio que não é difícil pensar o contrário com pensamentos tão cruéis rondando os míseros valongos das mentes. Morte e Medo. Medo, descrença. Medo, suicídio. Penso que em dias difíceis o amor não prevalece. Mas é necessário que ele prevaleça, é necessário que o bem, o amor, a paz e você, principalmente você, exista. Se houver ar, se houver fôlego em seu corpo, tudo mudará. Lute por isso. Lute pra respirar. Sua vida vale muito. Vale um Mundo. Somos o Mundo. Somos você e eu e representamos tanto a vida quanto a morte. Elas dependem de nós. Se não houver quem nasça e quem morra não há vida e nem morte.
PORÉM a NOVIDADE é que não podemos mudar.
Não podemos mudar o quê? Não podemos mudar o conflito dessa história que está num clímax desesperoso, estranho, temível. O conflito é a vida versus a morte. O clímax é a nossa sobrevivência por aqui. O desfecho sim, esse podemos alterar. Seu pensamento, suas ideias, olhares críticos. Vamos, critique, escreva, leia, assim haverá mais inovadores, mais conflito entre o ar que você respira e o porque dessa respiração.

SOMOS O QUE PODEMOS SER. E o que podemos ser? A maior inovação que seu sonho conseguir imaginar.
E o mundo que coordena seus movimentos não mais terá um poder sobre suas decisões. Basta mudar o desfecho através das ações decididas no clímax. Sua vida não é uma narrativa linda. Ela é bem mais que as palavras, tão pobres e sensatas, conseguem descrever.

Faça com que SEU clímax seja melhor que o FELIZES PARA SEMPRE. Pois ser feliz é relativo, quando se alcança a felicidade sente-se um vazio. O Melhor é ir à luta e buscar, arriscar-se. Ser feliz é ser, apenas. Freud dizia que sempre buscamos ser felizes, nunca nos encontramos num estado perfeito. Porém a perfeição é um ideal e o melhor ideal quem faz somos nós.

Minha rotina tá confusa, nem compensa explicar agora.
Eu amo escrever, amo quem lê.
até mais.