É incrível como analiso minha prepotência em estar aqui. Pensando bem, poderia caracterizar esse blog como auto-ajuda. Sinto-me ajudada pelas palavras e definições que postei ao longo de um ano e, além de tudo, sinto-me extremamente, totalmente e até "iludidamente" feliz por esse tempo ter passado tão rápido.
Neologismo é meu sobrenome, portanto não se espante quando uma nova e estranha palavrinha surgir por dentre essas linhas e ademais. É apenas um fato que me descreve. O ato de criar palavras que se encaixam melhor aos momentos que pretendo descrever não me caracteriza como iletrada, mas sim como amante das palavras mais devassas, inocentes e amáveis de todo esse universo.
Vamos começar.
Talvez você não me conheça, incrível leitor, talvez nem eu me conheça mais. E de que isso importa? Se quiser, pare por aqui. Me encare como uma mera machadiana temível, desligue esse seu odiável computador e durma. Vá, viaje em si e descubra- se então. Ou então continue. Não te garanto maravilhas. Honestamente, te pertubarei com incertezas, mas elas valerão a pena, valerão seu tempo, valerão o quanto você mesmo vale. Vamos, mergulhe nesse meu inútil palavreado.
A atitude de te encarar me amedronta. Tenho convivido com seres humanos medonhos e, às vezes, insensíveis. Desse modo, quanto te vejo aqui, paro pra pensar no que sua mente está pensando. Quem sabe seu dia tenha sido como o meu: totalmente comum. Quem sabe você viu TV e cochilou durante a tarde ou passou o dia todo na frente desse computador. Isso não é mera coincidência, querido, pois a maioria dos leitores de blog são internautas assíduos e a internet fica mais junto deles do que a própria família. E é nesse sentido que quero adentrar em minha conversa na singela metade do mês de janeiro. Sobre Internet.
Quanto ela vale?
Quanto você pagaria pra acessar o Google (que será pago futuramente)?
Quanto tempo você gastou da sua vida vendo coisas inúteis nessa imensa rede tecnológica?
Grandes respostas! Nem queiram saber as minhas. Enquanto penso em responder minhas próprias questões, analisem o que você construiu na internet.
É certo que muitos usam esse meio para trabalhar, estabelecer relações de amizade, estudar, pesquisar, inclusive ler o que estou escrevendo. Se minha mistura de Metalinguagem e autocrítica não fosse importante, nem estaria aqui. Continuando. A propriedade intelectual humana está acomodada. Ninguém consegue mais pensar sem o Google. A EFEMERIDADE da PARADOXA síntese VITAL tem CIRCUNCIDADO o PREPÚCIO "da mente humana". Vá, pesquise no Google o significado dessas palavras!
Agora retomo. Onde foi parar o ato de pensar, olhar contextos e trabalhar o maior bem do corpo humano? Onde está sua mente? procure... quem sabe ela esteja no Google também.
Meu coração faz-se doloroso ao escrever isso. Mas preferiria que, ao invés de estarem lendo minhas simples palavras, estivessem lendo um livro. Sabem o valor de uma capa rasgada duma obra antiga? Inestimável. Entendam. São poucos os que conseguem uma fortuna na internet, seja numa jogada de vídeo, numa investida em um progama ou software. É complicado, mas é simples. Quem sabe o seu dia de milionário internauta chege, mas enquanto isso não acontece, invista em você. Converse, caminhe, faça amigos, conheça pessoas fascinantes em filas de banco, pague micos, dê risadas. Sua vida pode ser um sucesso, basta você fazê-la dessa maneira. Construa seu futuro e use todo a sua inteligência nessa empreitada (é inteligente sim, todos são)...
Minha proposta é que você adentre em suas emoções e faça-as refletirem tudo o que te forma. Conheça-se, antes de conhecer alguém no orkut ou mandar um twitt para alguém famoso. Você é bem mais que todas as redes sociais serão um dia: você é humano e assim sendo, tem o direito de aproveitar a vida sem depender da aprovação de qualquer comunidade da vida...
Você é quem faz a internet existir, mas não exista somente nela. Mostre seu perfil ao mundo real.
Obrigada por me aturarem.
Tentarei estar por perto
Parabéns por seu blog!
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